Sul global

Expansão do BRICS e os benefícios ao bloco

Seis novos países, dentre eles o Irã, entram no bloco

O BRICS é um grupo de países emergentes que trouxe uma nova proposta, pós-Guerra Fria, de outra perspectiva para a economia global. Os países integrantes eram Brasil, Rússia, Índia, China e, mais tarde, a África do Sul havia se unido aos países fundadores. A parceria desse grupo está sendo benéfica ao ponto de controlarem 23% do PIB mundial e 18% do comércio global, e, ainda, alguns deles estão entre os mais populosos e com mais posses de terras, respectivamente, com 42% da população mundial e 30% do território do planeta. Os principais objetivos são: o aumento da atuação no cenário internacional, decifrar problemas mundialmente e ter uma ordem global mais justa, além deles terem um sistema de cooperação econômica entre os membros.

Na 15° Cúpula em Joanesburgo, África do Sul, foi definido as diretrizes e os princípios para implementação de novos países e para a escolha dos quais iriam participar. Foram convidados seis países – Argentina, Irã, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos e Etiópia –, que serão anexados em 1° de janeiro de 2024. É válido ressaltar que mais de vinte países demonstraram interesse em participar do atual BRICS, porém foi decidido que nem todos entrariam.

A ampliação do bloco já estava em discussão, com a China sendo a maior apoiadora desta iniciativa a fim de expandir sua influência em outros países. Com a inserção de novos membros, o bloco poderá sofrer modificações estruturais, que podem comprometer como o grupo se comporta. Todavia, por outra perspectiva, os dados mostram que, com a ampliação, a participação do bloco aumentará para 46% da população mundial e para 29% do PIB global.

Gisele – FM 131

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