Creed 3: O Melhor Filme de Anime dos Últimos Anos?

Talvez, nem o próprio Sylvester Stallone de 47 anos atrás iria acreditar que sua história feita em seu quarto minúsculo se tornaria uma das franquias mais bem sucedidas do cinema. Desde Rocky até Creed 3, são nove filmes e pela primeira vez não teremos a aparição de Rocky.

Tal ausência se dá no terceiro filme da franquia Creed, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros e mundiais, arrastando milhões de fãs. Nesse filme, temos a primeira direção de Michael B. Jordan, que além de ser a estrela do filme, é também o produtor. Para uma primeira experiência por trás das câmeras, Michael se saí muito bem com as nuances que a câmera destaca em cada personagem, o que torna o filme excepcional apesar do roteiro simples.

Todos estão perfeitos no quesito atuação. Porém, destaco a atriz Tessa Thompson, que entrega uma atuação doce e imponente. E aquele que será o ator do ano, Jonathan Majors. que, assim como em Homem Formiga: Quantumania, rouba a cena de forma brilhante com uma atuação explosiva e extremamente emocionante, criando um apreço entre o espectador e o vilão. Porém, o mérito principal desse filme são as cenas de luta, trazendo um novo olhar para os filmes de boxe a partir de referências aos animes, seja pelo enquadramento ou pela estética visual, o filme remete aos animes de mais sucesso como Dragon Ball Super e Naruto. Isso expande o universo de filmes esportivos para fronteiras jamais imagináveis e torna o filme uma grande obra de anime, o que por si só é genial e original. O filme cumpre com sua proposta e acerta em cheio, levantando a ideia de ser o melhor filme da trilogia e gerando inúmeros debates entre fãs e especialistas. Creed 3 é um excelente filme e agrada do início ao fim, tem suas falhas técnicas, mas nada que se desconecte dessa grande história. Corra pro cinema mais próximo e bom filme!

Resenha – Arthur Matheus, Maracanã

O Brasil ainda é uma democracia?

Um debate muito negligenciado, que é tratado de maneira superficial, mas que conserva a maior importância é a respeito da caracterização do regime político brasileiro.

O fenômeno Rogério Skylab

Mais que um homem, menos que um fenômeno, Rogério Skylab, em sua vasta carreira, que data desde o começo da década de 90, sempre sofreu

Rolar para cima